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O município de Ingá é famoso pela pedra de 24 metros
de largura por 3 metros de altura contendo inscrições
rupestres talhadas antes da chegada dos europeus. Há
várias figuras representando animais, frutas, humanos
e constelações. Essa pedra também é chamada de Pedra
Lavrada ou Itacoatiaras (pedras riscadas em Tupi). Na
região há outros indícios arqueológicos também. É um
dos sítios arqueológicos do Nordeste de maior importância
histórica e científica, sendo que suas inscrições até
hoje não foram decifradas. Sua origem é desconhecida,
mas há quem acredite que foram talhadas por indígenas,
fenícios ou outros povos antigos. Objeto de estudo de
cientistas nacionais e internacionais, é divulgada em
vários países. Uma outra curiosidade é que uma das pedras
emite sons metálicos parecidos com um sino, apesar de
não ser oca. As Itacoatiaras de Ingá são tombadas pelo
IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico
Nacional) desde 29 de maio de 1944.
Além da pedra, é possível caminhar pela região com vegetação
típica da caatinga às margens do Rio Ingá Bacamarte
e apreciar a paisagem. No local também existe um museu
com réplicas de animais pré-históricos que habitavam
o lugar há milhões de anos.
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